17/05/2018 02:49
O Dandelin conecta pacientes a médicos, dividindo os custos das consultas entre os usuários
Veja a seguir:

Nome:

Dandelin.

 

O que faz:

É um app que conecta pacientes a médicos, facilitando o agendamento de consultas e dividindo os custos  entre todos os membros de sua comunidade de usuários.

 

Que problema resolve:

Para os pacientes, é uma alternativa ao SUS  e a planos particulares.

 

O que a torna especial:

Segundo os fundadores, a plataforma permite que o valor que os membros deverão pagar e os médicos receber, sejam determinados diretamente pela comunidade, sem taxas de reajuste e carências.

 

Modelo de negócio:

O Dandelin cobra de todos usuários a mesma mensalidade, somando o número de consultas efetuadas e dividindo o custo entre todos os membros da comunidade. O valor varia, mas nunca ultrapassa o teto de 100 reais. Caso isso ocorra, o pagamento fica por conta da startup.

 

Fundação:

Julho de 2017.

 

Sócios:

Felipe Burattini - CEO

Luiz Morcelli - CFO

Mara Redigolo - COO

Maurício Scanavacca - CMO

 

Perfil dos fundadores:

Felipe Burattini - 31 anos,  São Paulo (SP) - é formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, com certificação em Design Thinking pela D.School da HPI Academy (Alemanha) e em Fintech e Blockchain Oxford University (Reino Unido). Fundou as empresas Brandish Ad. Comunicação Estratégica, Wandr e Ahoy! Berlin São Paulo.

Luiz Morcelli - 41 anos, São Caetano (SP) - é formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM. Foi diretor de novos negócios da Brandish. É cofundador e parceiro de centro de inovaçãoAhoy! Berlin SP.

Mara Redigolo - 30 anos, São Paulo (SP) - é formada em Comunicação e Marketing pela ESPM. Trabalhou na Porto Seguro.

Maurício Scanavacca - 63 anos Cubatão (SP) - é formado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos e PhD pela Universidade de São Paulo. É diretor do Centro de Unidade de Arritmia Clínica do InCor.

 

Como surgiu:

Felipe diz que nunca se conformou com o funcionamento do sistema de saúde no Brasil e em grande parte do mundo. "Venho de uma família de médicos e vi como os seguros prejudicaram sua renda mensal, enquanto via como os pacientes pagavam cada vez mais e tinham cada vez menos", afirma. Ao se envolver com essa questão e criar a plataforma, ele conta que resolveu aplicar princípios de economia compartilhada para que os custos reais da saúde fossem divididos igualitariamente entre os membros da comunidade. "Com isso percebi que é possível reduzir drasticamente os custos para pacientes enquanto aumentamos os ganhos por parte dos médicos", fala.

 

Estágio atual:

O app foi lançado em abril e conta com 1 000 pacientes e 310 médicos cadastrados.

 

Aceleração:

Não teve.

 

Investimento recebido:

Felipe investiu 385 mil reais de recursos próprios no negócio.

 

Necessidade de investimento:

Os sócios buscam captar 2,3 milhões de reais para expandir a atuação da startup.

 

Mercado e concorrentes:

"O mercado já esteja cansado das opções ou falta de opções que tem atualmente, o paciente, do valor cobrado pelo serviço das seguradoras e os médicos, de receberem honorários baixos e serem tratados como são", afirma Felipe. Ele aponta como concorrentes as empresas de seguro saúde. Há plataformas com propostas semelhantes como a Doutor123 e Doutor Já.

 

Maiores desafios:

"A maior dificuldade será mudar o mindset do brasileiro para que se adapte a uma ideia nova quando se trata de um assunto tão delicado quanto saúde", fala o CEO.

 

Faturamento:

Não informado.

 

Previsão de break-even:

Junho de 2019.

 

Visão de futuro:

 "Nossa visão de futuro é nos tornarmos uma plataforma global, descentralizada e sustentável para causar uma completa disrupção no sistema de saúde", conta  Felipe.

 

Onde encontrar:

Site: https://dandelin.io

Fonte: Site: www.projetodraft.com; imagem: www.pixabay.com
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