14/12/2017 03:11
O Fix conecta pessoas em busca de consertos e reparos a profissionais especializados
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Nome: Fix.

O que faz: É um aplicativo que conecta clientes a profissionais de consertos e reparos rápidos, tanto residenciais como comerciais.

Que problema resolve: Segundo os sócios, a plataforma acaba com o problema de não saber a quem recorrer quando se necessita, por exemplo, de um encanador ou eletricista, de depender de indicações de amigos ou da disponibilidade do prestador.

O que a torna especial: Os usuários realizam o agendamento online, podem fazer a cotação do serviço por preço ou avaliação (número de estrelas) do profissional e têm garantia de 90 dias.

Modelo de negócio: A startup fica com um percentual do valor pago aos profissionais, que varia de 17,5% a 30%.

Fundação: Março de 2017.

Sócios: Eduardo Quadrado - Presidente

Vinicius Costa - CEO

Vinicius de Oliveira - CTO

Wilson de Godoy - Investidor e membro do conselho

Perfil dos fundadores: Eduardo Quadrado - 43 anos, São Paulo (SP) - é formado em Contabilidade pela Universidade São Caetano do Sul e Administração de Empresas pela FAAP. Foi presidente da Holomatica Assessoria e da Associação Brasileira das Empresas Prestadoras de Serviços (ABRAPSA).

Wilson de Godoy - 53 anos, São Paulo (SP) - é formado em Engenharia Eletrônica e pós-graduado em Sistemas de Informação pela Instituto Mauá de Tecnologia. É sócio e diretor geral da Totvs Serra do Mar (unidade da empresa responsável pelo Grande ABC e Litoral Paulista).

Vinicius Costa - 34 anos, Santo André (SP) - é formado em Administração de Empresas pela Fundação Santo André, com especialização em Controladoria e Auditoria pelo Centro Universitário FEI. Trabalhou na Holomatica Assessoria e GI Group.

Vinicius Costa - 29 anos, Santo André (SP) - é tecnólogo em Desenvolvimento de Sistemas para Web pela FIAP e Gestão de Tecnologia da Informação pela Universidade São Judas Tadeu. Trabalhou nesta universidade e na Holomatica Assessoria.

Como surgiu: Quando Eduardo precisou de um reparo urgente em sua casa, enfrentou uma enorme dificuldade para conseguir um profissional, especialmente nos horários em que ele estaria na residência para acompanhar o conserto. Percebeu que o problema era algo recorrente entre as pessoas, que no geral, buscam indicações de conhecidos para esses serviços. Como já tinha empreendido outras vezes durante sua carreira, criou o plano de negócios da Fix e, com a ajuda dos outros sócios, estruturou sua operação.

Estágio atual: O Fix foi lançado em agosto deste ano e conta com 600 usuários na cidade de São Paulo e mais de 300 especialistas credenciados por meio de um processo de certificação aplicado pela empresa.

Aceleração: Não teve.

Investimento recebido: Os sócios investiram capital próprio, no valor de 1,6 milhão de reais.

Necessidade de investimento: No momento, não busca aporte externo.

Mercado e concorrentes: "O mercado de consertos é avaliado em aproximadamente 4,5 bilhões de reais, apenas no sudeste do Brasil, e é algo ainda pouco explorado e muito informal", diz Eduardo. Entre os concorrentes diretos, ele aponta o GetNinjas, o Iguana Fix e o Marido de Aluguel.

Maiores desafios: "Um dos nossos maiores desafios é tornar a marca conhecida. As pessoas ainda não falam muito de consertos nas redes sociais ou na roda de amigos", afirma o CEO.

Faturamento: A startup prevê fechar o primeiro ano de operação com 58 mil consertos realizados.

Previsão de break-even: 2020.

Visão de futuro: "Enxergamos no Fix o potencial de consolidar o mercado de reparos e consertos residenciais no Brasil e pretendemos  investir bastante em robótica e em IoT nos próximos anos", conta o fundador.

Site: http://www.fix.com.br
Fonte: www.projetodraft.com
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